terça-feira, 23 de julho de 2013

A DIMENSÃO DAS NOSSAS AUTARQUIAS, UM MITO QUE IMPORTA ESCLARECER


A “Troika” e o Programa de assistência financeira a Portugal têm ajudado a encobrir muita da realidade que nos circunda, outros tantos objectivos políticos e ainda tem “despertado”, em alguns de nós, sentimentos de revolta e de contestação a níveis da administração pública que muito têm feito pelas populações, falo-vos naturalmente, de um modo geral, do Poder Local.

No conjunto das despesas do País as que são afectas aos municípios portugueses ficam muito abaixo da média da União Europeia.


Outra das mistificações que fomos ouvindo ao longo de anos foi que em Portugal há municípios a mais e que a população por concelho é diminuta. A Tabela seguinte mostra que a população que em média temos por concelho está bem acima do que é comum na União Europeia e que o número de concelhos não é, comparativamente, excessivo. Talvez o único reparo seja – e mesmo esse é muito discutível - o peso (20%) de autarquias com menos de 5.000 residentes.


A título de curiosidade deixamos ainda a classificação dos Municípios portugueses segundo a sua dimensão populacional. Lembramos que em Portugal há 308 municípios e a hierarquização que apresentamos inclui apenas os que estão próximo de nós.


Não queremos tirar outras ilações apenas partilhar consigo esta informação. Cada um fará o julgamento e a apreciação que melhor lhe aprouver!...

FESTAS DO GRANHO, 2013


A povoação do Granho será o palco, no próximo fim-de-semana, das Festas em Honra de Nossa Senhora de Fátima.


De 6ª feira a 2ª feira, dias 26, 27, 28 e 29 de Julho, o Granho vai ter muita animação musical, bailes, folclore, dança, sardinha assada, gastronomia, passeio de bicicletas, fogo de artifício, cerimónias religiosas e, entre outros, jogos tradicionais.


São muitas as razões para que visite o Granho por esta altura das suas Festas de Verão. Convívio e muita alegria estão garantidos à partida!...

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A RESPOSTA DA PRESIDENTE DA JUNTA DE MARINHAIS AO VEREADOR MANUEL NEVES (BE)


O candidato BE à Câmara Municipal, Manuel Neves, aproveitou - lamentavelmente - uma sessão de Câmara, onde está enquanto vereador, para criticar a Junta de Freguesia de Marinhais que não tem assento neste órgão autárquico. O despropósito da sua intervenção foi transcrito por um jornalista que estava presente na reunião e que se reproduz de seguida.


A Presidente da Junta de Freguesia de Marinhais, Fátima Gregório, depois de ler a infeliz observação daquele autarca bloquista - talvez o que em década e meia de governação da actual maioria mais desconsiderou os presidentes de junta eleitos e o seu trabalho - solicitou o direito de resposta no mesmo órgão de comunicação social, notícia que reproduzimos a seguir.



A resposta da Presidente de Junta de Marinhais é suficientemente esclarecedora para que seja necessário adicionar qualquer outro tipo de comentário. 


É curioso ver alguns autarcas ou ex-autarcas BE, afastados (ou afastarem-se) agora do seio da "família" que os acolheu em 2009, alguns dos quais travestidos em "independentes", dirigirem um conjunto de críticas a uma Junta de Freguesia onde, quando a governaram, tinham mais dinheiro, mais apoio da Câmara Municipal e mesmo assim deixaram por pagar dezenas e dezenas de milhares de euros de contribuições à Segurança Social, o que colocou aquela Junta de Freguesia na condição de devedora à Segurança Social, a impediu de contratar pessoal e a obrigou a negociar um protocolo de pagamento para evitar a penhora das transferências financeiras a que tem direito ou ao arresto dos seus bens.
A população de Marinhais não deixará de considerar que a actual governação socialista da Junta de Freguesia de Marinhais colocou - e muito bem - o enfoque na defesa do bom nome da Junta de Freguesia e de Marinhais, mesmo que isso a tenha impedido de fazer muito daquilo que se propunha levar por diante.

AVIEIROS DO TEJO


Esta reportagem da rádio TSF é muito curiosa, pois relata na primeira pessoa um pouco daquilo que era a vida muito dura dos pescadores avieiros do Rio Tejo, que trabalhavam nos campos e pescavam buscando o sustento de suas famílias.


Maria Cassilda Rabita (in o Mirante 21-4-11)

domingo, 21 de julho de 2013

CAMINHADAS...


Sob a "batuta" de Manuel Bolieiro e São Serafim, candidatos à Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra (re)começámos a caminhar na passada 6ª feira, em Salvaterra de Magos, Arneiro da Preta e Vale Queimado. Com a ajuda dos candidatos e de elementos da Comissão de Juventude, iniciámos a distribuição do nº 1 do jornal da nossa candidatura autárquica.


No dia seguinte (ontem), logo pela manhã, voltámos a caminhar, desta feita com duas equipas, uma pelas ruas de Marinhais e a outra pelas dos Foros de Salvaterra, com um pequeno intervalo em que parte da equipa aproveitou para almoçar em conjunto. 


De tarde a caminhada prosseguiu nos Foros de Salvaterra e nos Foros Novos com os autarcas e candidatos a colocarem jornais nas caixas de correio da população, tarefa que culminou em Salvaterra de Magos com a conclusão da acção no Bairro Pinhal da Vila e B. Nossa Senhora da Conceição. 
Na próxima semana concluiremos o esforço de informar as pessoas, nestas freguesias, indo ao Escaroupim, à Califórnia e à Várzea Fresca. Iguais iniciativas estão a ser preparadas pelos nossos candidatos e autarcas residentes nas demais freguesias do concelho.

                 São Serafim e Manuel Bolieiro                         Xana Serafim , Soraia Castro José Pita e Paulo Cação

Não satisfeitos com as dezenas de quilómetros já calcorreados a equipa fez questão de se inscrever e de à noite participar na caminhada que percorreu algumas ruas dos Foros de Salvaterra, numa extensão que se aproximou dos 10 Km. Um espírito de grupo e de equipa exemplar!...
Hoje, domingo, pelas 17 horas, uma outra equipa de candidatos e autarcas da nossa candidatura vai voltar a caminhar e a colocar informação nas caixas do correio da freguesia de Marinhais. Estamos em boa forma e prontos para o longo caminho... 

DESCOBERTOS DESENHOS EM PEDRA…

Deserto branco de Coahuila

No México foram descobertas algumas centenas de pedras onde há cerca de 6.000 anos as tribos que ali viveram fizeram desenhos. 


Ainda bem que o fizeram, pois foi a forma de chegarem até nós alguns testemunhos sobre a vida naquele período da História.


A descoberta de quinhentas pedras gravadas foi feita no deserto branco de Coahuila, a primeira zona arqueológica do México, a 100 quilómetros da cidade de Monterrey.
As pedras encontradas distribuem-se por dois locais da serra que, segundo os especialistas, podem corresponder a grupos de caçadores que habitavam aquela zona, numa área de 400 por 200 metros.
Nas imagens gravadas nas pedras há oito mil referências à natureza, ao fogo e aos rituais da caça. Foram também descobertos alguns utensílios de cozinha, o que demonstra o nível de sofisticação das tribos.
O Instituto Nacional de Antropologia e História do México, responsável pela pesquisa científica, já está a tomar as medidas necessárias para que o local possa ser aberto ao público, contribuindo deste modo para que os visitantes conheçam mais da história e da cultura do país.

sábado, 20 de julho de 2013

CADA VEZ SÃO MAIS AS ESPÉCIES EM RISCO


O Homem continua a causar o desaparecimento de inúmeras plantas e animais que connosco partilham a superfície terrestre. Por acção directa ou em resultado das mudanças climáticas estão já listados mais de 20.000 seres vivos em risco.

É provável, embora não tenha dados para o afirmar, que o desaparecimento de umas espécies é acompanhado pelo surgimento de outras, a dúvida é saber se a nossa espécie tem condições para sobreviver no Mundo “novo” que estamos a gerar, onde o enfoque está no económico em vez de se fixar no sustentável.


O número de espécies extintas e ameaçadas de extinção no planeta Terra continua a crescer por causa das actividades humanas, de acordo com a nova versão da Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Mais de 700 espécies de plantas e animais foram adicionadas à lista nas três categorias de ameaça, elevando o total para 20.934.
Entre elas, estão várias espécies de coníferas (árvores com flores em forma de cones ou pinhas, como os pinheiros), que são os maiores e mais antigos seres vivos do planeta. A situação de todo o grupo foi reavaliada, e concluiu-se que 34% das espécies de coníferas estão ameaçadas de extinção.
Uma das que correm mais risco é a araucária, ou pinheiro-do-paraná, classificada desde 2006 como criticamente ameaçada. Espécie típica das regiões mais frias e de maior altitude da Mata Atlântica brasileira, teve a área de ocorrência reduzida drasticamente nas últimas décadas por causa da conversão de matas nativas em áreas de agricultura e silvicultura.
Agora, com o aquecimento global, pode ser que a coisa piore mais ainda para essa árvore, que prefere temperaturas mais amenas. «A modelagem do impacto das mudanças climáticas indica que até o final deste século a espécie poderá estar extinta na natureza», disse o botânico Carlos Joly, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo.
Joly ressalta que as listas de espécies ameaçadas (dentre as quais as da IUCN são referência mundial) são uma ferramenta científica indispensável para a conservação da biodiversidade. «A recém-criada Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), cuja proposta preliminar do plano de acção 2014-2018, foi colocada em consulta pública na semana passada, utilizará revisões como esta da IUCN, no primeiro diagnóstico global previsto para o final de 2018», afirma. A IPBES foi criada em 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para fazer pela biodiversidade o que o famoso IPCC faz pelas mudanças climáticas. Joly é um dos directores do Painel Multidisciplinar de Especialistas do órgão.
Dentre as 20.934 espécies consideradas ameaçadas de extinção na nova lista, 4.090 estão na categoria «criticamente em perigo» (137 a mais do que na anterior). Algumas recebem até mesmo uma anotação como «possivelmente extintas», quando já não são vistas na natureza há algum tempo. Como, por exemplo, um camarão de cavernas da Flórida que passou para essa categoria. O grupo dos camarões de água-doce foi avaliado por completo pela primeira vez nesta revisão: 28% estão ameaçados.