terça-feira, 14 de setembro de 2010

RECOLHA SELECTIVA


Os cidadãos do concelho de Salvaterra de Magos estão cada vez mais despertos para a problemática da reciclagem dos lixos domésticos, daí o aumento da adesão que se vem verificando à separação dos lixos e ao seu depósito nos diversos recipientes disponíveis nas vias públicas para papel e cartão, vidro, embalagens, pilhas e mais recentemente para óleo alimentar usado.


O que parece não ter solução alguma é a incapacidade que os nossos autarcas vêm demonstrando para recolher estes resíduos, evitando situações como as que as fotos ilustram.


Vai ter de se tomar uma decisão pois não é aceitável que o aspecto das nossas ruas permaneça tal qual está, se não for viável aumentar rapidamente a frequência com que aqueles recipientes são recolhidos resta-nos aumentar a capacidade de armazenagem dos resíduos no espaço público.

REUNIÃO DA CÂMARA A 15-09-2010

Eis a Ordem de Trabalhos da próxima reunião ordinária (pública) da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, a realizar na próxima 4ª feira, dia 15/09/2010, pelas 14.30 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
(Clique em cima para visualizar melhor)


ÁGUAS DO RIBATEJO COM ATENDIMENTO PERMANENTE

Tal como vem noticiado na última edição do semanário regional “O Mirante” a “empresa intermunicipal Águas do Ribatejo tem em funcionamento 24 horas por dia um sistema de atendimento aos utentes que permite comunicar leituras de contadores, avarias nas redes ou qualquer outra situação. Basta ligar para a linha azul 808202011 ou do número 263509400.”
Há razões para crer que com esta medida a eficácia do serviço poderá vir melhorada!...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O QUE SE DIZ NA IMPRENSA SOBRE OS TRANSPORTES ESCOLARES?!

Edição de 09-09-2010
Sociedade

Autarquia deixa de transportar alunos que vivam a menos de 2,5 km da escola
Câmara de Salvaterra de Magos corta nos transportes escolares
Medida afecta crianças do pré-escolar e do primeiro ciclo. Município justifica com as restrições orçamentais que são impostas às câmaras municipais pela administração central.

Sofia tem oito anos e vai frequentar o terceiro ano da escola primária do Estanqueiro, em Foros de Salvaterra, concelho de Salvaterra de Magos. A partir do próximo ano lectivo, que se inicia a 13 de Setembro, Sofia e todas as crianças que vivam a menos de 2,5 km do estabelecimento de ensino que frequentam deixam de ter direito a utilizar os transportes escolares que a câmara municipal disponibilizava a todas as crianças do primeiro ciclo e pré-escolar.
A informação foi dada pela autarquia através de uma carta que os encarregados de educação receberam em casa. A missiva, assinada pela vereadora da Educação, Margarida Pombeiro (BE), informa que devido às “restrições orçamentais que, actualmente, são impostas às câmaras municipais pela administração central, e os impactos que os mesmos provocam ao nível da capacidade de concretização das políticas locais não é possível conceder o transporte solicitado” pelos encarregados de educação.
A presidente da autarquia, Ana Cristina Ribeiro (BE), disse que o município estava a gastar “milhares de euros” em transportes escolares e que, devido aos cortes orçamentais, tiveram que tomar medidas. “A lei obriga as câmaras a transportar apenas as crianças que residem a mais de quatro quilómetros de distância da escola no primeiro ciclo e no pré-escolar não existe essa obrigatoriedade. Apesar da lei, nós transportávamos até as crianças que moravam perto das escolas, tanto do primeiro ciclo como do pré-escolar. Com os cortes orçamentais que sofremos tivemos que tomar medidas. Para não haver injustiças nem tratamento desigual optamos por traçar uma distância, 2,5 km, que continua a ser acima do que a lei nos obriga”, explicou a autarca.
Os pais das crianças é que não estão satisfeitos com a situação uma vez que muitos não têm como levar os filhos à escola. “Tenho que sair de casa antes das oito da manhã para ir trabalhar e o meu marido também e não temos como levar a nossa filha à escola. Vou deixar a minha filha ir e vir sozinha? No Inverno, com chuva, frio e os dias mais pequenos, como é que vai ser?”, interroga-se Maria Costa, mãe de Sofia.
Também José Pereira, de Glória do Ribatejo, se debate com o mesmo problema. Como vivem a cerca de 1300 metros da escola deixam de ter direito a transporte escolar. “Não tenho como levar o meu filho para a escola porque saio cedo de casa e a minha mulher também. Quando eu andava na escola era diferente porque não circulavam tantos automóveis como hoje. Fico preocupado porque é perigoso os miúdos irem para a escola sozinhos. No Inverno têm que se levantar mais cedo, faz frio e tenho receio que o meu filho, e outros, fiquem sem vontade de ir para a escola”, refere o encarregado de educação.

domingo, 12 de setembro de 2010

TRIENAL DO VALE DO TEJO


A Trienal do Vale do Tejo está centrada no debate articulado entre a produção de subjectividades e a forma como compreendemos as culturas sociais. Tem a sua forma na introdução de obras de arte (esculturas e instalações) de artistas contemporâneos nacionais e internacionais num contexto natural, nas casas agrícolas ao longo do rio Tejo, na lezíria Ribatejana, enquanto oferece novas interpretações e concepções sobre a natureza através da arte contemporânea.

A trienal é uma experiência sensorial única, e incide sobre o tema do Gosto, enquanto:

• Concebe obras de arte site-specific influenciadas pela cultural vinícola;
• Promove o turismo cultural local, instiga a participação individual e a experiência, e adiciona valor à economia local com um evento de intenção internacional;
• Incentiva colaborações que transcendam regiões, gerações e géneros ao aumentar a satisfação e a proximidade de públicos diferentes;
• Demonstra e reforça a proximidade dos agentes do sector artístico, vinícola, outros operadores regionais e a natureza circundante;
• Promove e divulga a arte contemporânea portuguesa e desenvolve o intercâmbio artístico internacional, e a região do Ribatejo.

Inauguração simultânea no dia 18 de Setembro de 2010

A trienal realiza-se entre 18 de Setembro e 10 de Outubro - um período por excelência, pois é quando as vinhas estão cheiras de uvas prontas a serem transformadas em vinhos

A Trienal como manifestação turística propõe:
- A dinamização de produtos e destinos ao implementar uma actividade inserida no contexto do desenvolvimento do turismo cultural, com forte impacto na comunidade local;
- Procura qualificar os profissionais do turismo envolvidos e melhorar a qualidade dos serviços turísticos apresentados, ao confronta-los com os visitantes nacionais e internacionais, públicos especializado e em geral, e oriundos de diversas áreas de actuação (enoturismo, ecoturismo, arte, city break, etc.);
- Consolidar a imagem de Portugal como um destino com grande diversidade paisagística e cultural e rico em experiências ao apresentar um evento que conciliar arte contemporânea, e gastronomia e vinhos, inserido na paisagem natural da região do Vale do Tejo;
- Apoiar o desenvolvimento e investimento na comunidade local e a formação;
- Promover o destino Portugal no universo da arte contemporânea, dos vinhos e da gastronomia, e das experiências turísticas únicas;
- Cooperar a nível internacional com institutos, fundações e outras entidades.

(Samuel Rama, 'Magma', 2010)

Por outro lado, como manifestação cultural explora:
- As relações entre as dimensões visuais e espaciais na interacção de dois expoentes exponenciais sensoriais envolvidos por um enquadramento natural: obras de arte e o vinho;
- Desta forma, a Trienal oferece novas interpretações e concepções sobre a natureza da vida, nomeadamente na inserção de objectos concebidos pelos homem no contexto natural – o conflito entre a desordem da ordem e o caos, e consequente organização do caos – e a relação civilizacional com a natureza;
- A Trienal está centrada no debate articulado entre a produção de subjectividades e a forma como compreendemos as culturas sociais;
- A Trienal tem como ponto de partida as noções de beleza e do gosto e como são percebida pela sociedade contemporânea.


(Per Barclay, 'Instalación de Vino', 2006)

O evento em si é uma experiência estimulante, um diálogo que tem como área de actuação a conjunção da arte contemporânea com o enoturismo e o Vale do Tejo.

Artistas - Adolfo Schlosser, Carlos Noronha Feio, Joana Vasconcelos, Miguel Palma, Nicolas Boulard, Per Barclay, Samuel Rama, e Sofía Leitão.

Espaços - Casa Cadaval (Muge, Salvaterra de Magos), Alorna, Casal Branco, e Falua (Almeirim), Casa-Museu dos Patudos (Alpiarça), e Vale d'Algares, e DFJ Vinhos (Vila Chã de Ourique, Cartaxo)

Ciclo de Conferências - Marquez de Griñon, Carlos Urroz, Alberto Anaut, entre outros (em Lisboa, no Carpe Diem Arte e Pesquisa [http://carpediemartepesquisa.wordpress.com], dias 16 e 17 de Setembro de 2010)

Mais informações - www.nadanamanga.org e www.trienal.org

Organização - nada na manga - associação
Produção - Força Motriz, e PGQ Consultores
Comissariado - Rui Gonçalves Cepeda
Parceiros - Ministério da Cultura | Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo, e Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal
Apoio Institucional - Governo Civil do Distrito de Santarém, Município de Alpiarça, e République Française - Institut Franco-Portugais
Apoio - Casa Cadaval, Casa-Museu dos Patudos, Casal Branco, DFJ Vinhos, Falua, Quinta da Alorna, Vale d’Algares, Ankix Systems, Fundación RAC Arte Contemporánea, Galeria 111, Galería Oliva Arauna, Hotéis & Viagens, Mario Mauroner Contemporary Art, Match Profiler

sábado, 11 de setembro de 2010

A JUNTA DE FREGUESIA DE MARINHAIS INSISTE COM A SEGURANÇA SOCIAL

A Srª Presidente da Junta de Freguesia de Marinhais, Fátima Gregório, insiste com a Segurança Social em Santarém para se encontrar uma solução que permita a manutenção, na freguesia, da prestação do serviço que era feito por aquela entidade.
O texto do ofício recentenmente enviado é o que se apresenta seguidamente.


(clique em cima para visualizar melhor)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

RADICALISMOS


Faz agora 9 anos sobre um dos atentados terroristas que mais vítimas causou e que, de algum modo, alimentou a intolerãncia e todo o tipo de radicalismos na nossa aldeia (global).


Em 11 de Setembro de 2001 não foram os fundamentalistas islãmicos que saíram vitoriosos, foram antes todos os que olham para os seus semelhantes e neles veêm o que os divide e não o que têm em comum.
 

O que fazer então?! É é aqui que regra geral nos dividimos. os americanos reagem e geram mais violência, os europeus dialogam e adiam o problema.
 
Infelizmente não há A solução. Cada um de nós, função dos seus credos e das posturas perante a vida, tem um caminho de conforto, não mais que isso!...