quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A SAÚDE É NOTÍCIA... INFELIZMENTE!


Fizemos, enquanto vereadores e utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS), uma intervenção na última reunião da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos em que denunciávamos o tratamento desigual que o nosso concelho está a receber por parte da administração regional de saúde, pois aqui cada médico tem, em média, 3.700 utentes a seu cargo, valor que é mais do dobro do que em média os demais médicos dos centros de saúde espalhados pelo País têm.
Estamos num concelho que está refém da incúria e do deixa-andar e isso vai acabar por originar vítimas! É para evitar a manutenção deste estado de coisas que pedimos a colaboração da comunicação social - de que a noticia abaixo é um exemplo - para nos ajudar a divulgar esta triste realidade. 
Não se quer para o concelho de Salvaterra de Magos qualquer situação de privilégio, apenas que se dividam, de modo equitativo, os poucos médicos que estejam disponíveis para trabalhar nos centros de saúde do território nacional ou da região pelos utentes. Se isso suceder as coisas, no nosso concelho, só poderão melhorar!

NOTÍCIA DISPONÍVEL EM

Com apenas seis médicos de família a prestar serviço em todas as unidades de saúde do concelho, Salvaterra de Magos apresenta actualmente um rácio de um clínico por cada 3.700 habitantes, sensivelmente o dobro da média do Ribatejo.
O alerta foi dado na última reunião pública da Câmara Municipal de Salvaterra pelos vereadores do PS, para quem o concelho “caminha, se nada for feito entretanto, para uma situação de calamidade social” a nível da prestação de cuidados de saúde.
Segundo Hélder Esménio e João Manuel Simões, actualmente há um médico em Marinhais e outro na Glória do Ribatejo, dois em Salvaterra de Magos, um nos Foros de Salvaterra e outro que é partilhado entre estas duas últimas freguesias. Resta um profissional, que está actualmente de baixa.
No quadro negro que deixaram da saúde no concelho, os eleitos do PS sublinharam ainda que três freguesias – Granho, Muge e Glória, que somam mais de 5.000 habitantes – são servidas apenas por um clínico, uma vez que o segundo se encontra de baixa, e que a reforma eminente dos dois profissionais de Foros de Salvaterra deixará quase 5.000 munícipes sem médico de família.
A rescisão do contrato por parte de um dos dois médicos que prestava serviço em Marinhais (a freguesia mais populosa do concelho), deixou 6.000 utentes desacompanhados, uma realidade agravada pelo facto do próprio Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Lezíria II já ter transmitido à Junta de Freguesia local que terá bastantes dificuldades em preencher a vaga.
“Estamos disponíveis para partilhar sacrifícios, mas não para ser discriminados pelo Serviço Nacional de Saúde”, salientaram os vereadores socialistas, para quem “não há equidade de tratamento entre cidadãos do mesmo país”.
“Os cidadãos deste concelho têm de ser tratados com a mesma dignidade que todos os outros”, salientaram Hélder Esménio e João Manuel Simões, sublinhando que Salvaterra de Magos tem também inúmeros problemas ao nível do desemprego e do envelhecimento da população, franjas que não têm disponibilidade financeira para recorrer à medicina privada ou ao hospital de Santarém quando não têm alternativas mais próximas de casa.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

UMA HISTÓRIA MUITO MAL CONTADA


De um modo geral há na vida política um conjunto de comportamentos que deviam ser banidos, até porque os eleitos, independentemente das suas convicções e das circunstâncias que os rodeiam, deviam ter por regra de conduta o respeito à verdade mesmo quando ela lhes possa ser momentaneamente adversa.
Escolher o caminho da injúria, da maledicência, dos ataques à honra e dignidade de oponentes ou o da mentira, da meia-verdade ou da omissão são apenas alguns dos exemplos que caracterizam "políticos pequeninos” que não são merecedores da confiança daqueles que deviam representar.
Deste modo prefiro não fazer grandes comentários - deixando à consideração de cada um - os lapsos, as inverdades e as informações dadas pela maioria BE e pelo executivo camarário a propósito da construção do Posto de Saúde dos Foros de Salvaterra. Cinjamo-nos, então, aos factos:

1. Estranhando tanto atraso no arranque da obra de construção das novas instalações do Posto de Saúde dos Foros de Salvaterra, o vereador socialista Helder Esménio pediu, no início deste ano, esclarecimentos junto do Ministério da Saúde, tendo sido informado que a obra já estava adjudicada e aguardava "apenas" o visto do Tribunal de Contas.


2. Apesar de termos dado conhecimento desta iniciativa em reunião da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos a maioria BE não informou da existência de quaisquer razões que estivessem a impedir ou a "travar" aquele visto.
3. Em Março deste ano somos todos surpreendidos com o "Aviso" no Diário da República que confirmava que a Câmara Municipal não tinha aproveitado tantos anos de espera para criar as condições que não impedissem o licenciamento e a construção do "centro de saúde dos Foros de Salvaterra". Repito, Março de 2012.


4. Como se depreende o BE não criou, quando devia, as condições necessárias para que o ministério da saúde avançasse com a obra, e agora à pressa tenta remediar o sucedido, alterando o Plano Director Municipal (3ª alteração).
5. A conclusão que tiramos é possível de ser verificada também na página 3 da Adenda ao Relatório da Proposta de alteração ao PDM, datada de Abril de 2012 e cuja proposta inicial já vinha do ano passado.


6. No final do mês de Abril a Srª Presidente da Câmara voltou a ser questionada sobre esta matéria, desta feita por uma munícipe residente nos Foros de Salvaterra e a resposta foi, como verá seguidamente, evasiva e pouco rigorosa, procurando esconder a responsabilidade que o executivo BE tem num atraso que prejudica sobremaneira a população dos Foros de Salvaterra.


7. Por acção dos vereadores socialistas o tema da construção de uma extensão de saúde nos Foros de Salvaterra voltou, este ano, à ordem do dia da política municipal, por inacção do BE que descurou durante todos estes anos a criação das condições para licenciar esta obra, o Tribunal de Contas não pode ainda dar ordens para que ela avance.


O Bloco de Esquerda culpabilizou sempre as sucessivas administrações de saúde pelo atraso desta obra, escondeu-se depois atrás do visto do Tribunal de Contas e nunca disse aos autarcas, ou à população dos Foros de Salvaterra, que a obra já tinha financiamento, que já tinha empreiteiro, que o ministério queria avançar e que por causa da autarquia ou do Plano Director Municipal tal não pôde acontecer.
Esta maioria BE e a sua gestão camarária "herdaram" todos os postos de saúde que existem no concelho, construídos ou adquiridos por anteriores gestões da nossa Câmara Municipal que, na altura, optaram por avançar, substituindo-se aos governos do País, em benefício das populações.
Esta maioria BE e a sua gestão camarária resolveram não seguir o mesmo exemplo em relação ao único posto de saúde que tinha instalações provisórias, o dos Foros de Salvaterra, e tiveram 16 anos para o fazer!
Esta maioria BE e a sua gestão camarária são para já as únicas responsáveis por ele não estar já em construção.
Esperamos todos que este atraso não comprometa o que já estava adquirido - a construção do posto de saúde dos Foros de Salvaterra!...

ASSEMBLEIAS DE FREGUESIA DE MUGE, MARINHAIS E FOROS DE SALVATERRA REÚNEM ESTA SEMANA


Decorrem esta semana as reuniões das três Assembleias de Freguesia que ainda não aconteceram neste mês de Setembro, a saber: Muge reúne hoje, Marinhais na próxima 5ª feira e Foros de Salvaterra no dia seguinte.


A Assembleia de Freguesia de Muge reúne hoje, pelas 21 horas, no edifício sede da Junta de Freguesia de Muge.



A Assembleia de Freguesia de Marinhais reúne na próxima 5ª feira, dia 27 de Setembro, pelas 21.30 horas, no edifício sede da Junta de Freguesia de Marinhais.



A Assembleia de Freguesia dos Foros de Salvaterra reúne na próxima 6ª feira, dia 28 de Setembro, pelas 21.00 horas, no edifício sede da Junta de Freguesia dos Foros de Salvaterra.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

OS AUTARCAS SOCIALISTAS E AS ASSEMBLEIAS DE FREGUESIA


Os eleitos locais, deputados de freguesia socialistas, assumiram nas Assembleias de Freguesia realizadas na noite da passada 6ª feira, as posições que resumidamente apresentamos, destacando aquelas que se nos afiguram mais importantes ou que terão mais interesse para os leitores deste espaço.


Na última Assembleia de Freguesia da Glória do Ribatejo os senhores deputados de freguesia votaram favoravelmente a moção apresentada pelo Sr. Presidente da Junta de Freguesia da Glória do Ribatejo, João Batista de Oliveira, onde se faz uma referência exaustiva à saúde no concelho de Salvaterra de Magos e, em particular, na freguesia da Glória do Ribatejo, destacando a preocupante falta de médicos e o risco de vida que a população pode correr por não conseguir aceder, em tempo útil, a regulares cuidados médicos.



A Assembleia de Freguesia do Granho tinha por missão essencial, nesta sua reunião, decidir se tomaria (ou não) posição sobre a aplicação da Lei 22/2012, aprovada pela maioria PSD/CDS no Parlamento, e que exige a redução do número das nossas freguesias.
Os eleitos locais do PS em vez de esconderem a cabeça na areia, como outros parecem continuar a preferir, apresentaram uma proposta em que manifestaram a sua total discordância a esta Lei, em que pediram à Assembleia Municipal que não enviasse à Assembleia da República senão junto ao final do prazo a sua decisão de pronúncia, na expectativa de aquela Lei vir a ser suspensa. Afirmaram ainda que se a aplicação da Lei fosse imposta pela AR então preferiam unir-se à freguesia da Glória do Ribatejo pelas razões que se indicam no texto da proposta que se publica a seguir, evitando assim a agregação "automática" à freguesia de Muge. A nova freguesia passará a chamar-se: "União das freguesias da Glória do Ribatejo e do Granho". A proposta inclui ainda a exigência de se manterem abertas as actuais instalações da junta de freguesia passando esta a ser a delegação da nova junta de freguesia, no caso de todo este processo ser irreversível.
Esta proposta obteve 3 votos a favor (PS), 3 votos contra (BE) e a abstenção (PSD). O Presidente da Assembleia de Freguesia, Sr. António Oliveira, utilizou o voto de qualidade que a lei que regula o funcionamento dos órgãos autárquicos lhe permite e a proposta foi aprovada.



Na Assembleia de Freguesia de Salvaterra de Magos os autarcas socialistas fizeram a intervenção que seguidamente se reproduz, onde destacaram o arranque do ano lectivo 2012/2013, a entrada em funcionamento do Centro Escolar da freguesia e o facto de o Professor Carlos Matias ter estado nos Jogos Olímpicos em Londres, enquanto técnico de trampolins. Alertaram ainda o executivo para a situação em que se encontram os jardins e a limpeza das ruas.


Estes autarcas apresentaram igualmente uma moção manifestando a sua preocupação pelo estado da saúde no concelho, cujo texto é próximo do que acima se reproduziu, a qual mereceu a aprovação dos deputados de freguesia presentes.
Depois da intervenção dos vereadores socialistas na última reunião da Câmara Municipal e após aqueles autarcas terem alertado a comunicação social para a gritante falta de médicos no concelho, as Assembleias de Freguesia da Glória do Ribatejo e de Salvaterra de Magos associaram-se a este esforço de denúncia pois são as populações que ficam desprotegidas e sem acesso a cuidados médicos.

ANIVERSÁRIO DA FALCOARIA REAL


Para que a memória se não perca, começamos este post por deixar uma foto do Largo dos Combatentes, em Salvaterra de Magos, onde é possível ainda ver a estátua do falcão que ali existia antes de "bater a asa". É pena que o actual executivo camarário ainda não tenha suprido esta lacuna. O imobilismo não é a melhor solução para os furtos ou os actos de vandalismo!
Enquanto isso a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos já agendou para o próximo fim-de-semana, dias 29 e 30 de Setembro, as comemorações do 3º aniversário da Falcoaria Real. O PROGRAMA - cujo cartaz se reproduz seguidamente - inclui, no sábado à noite, uma noite de fados.

domingo, 23 de setembro de 2012

UMA TRISTE REALIDADE


Há notícias cujo conteúdo temos muita dificuldade em publicar e comentar. É uma vergonha que tanta gente no nosso País ainda seja alvo de violência física perpetrada por aqueles que deviam ser protectores e que mais deviam ajudar. Não denunciar estas situações é evidentemente perpetuar um problema! 
Embora se entenda que muitas mulheres não o façam é preciso criar as condições legais e logísticas que permitam a cada vez maior número de vítimas suscitarem apoio e tornarem público aquilo que se passa no interior dos seus lares.
Creio que todos nós, também, podíamos ajudar um pouco mais, nomeadamente assumindo uma postura de condenação social para com aqueles que recorrem a esta lastimável prática.


Só um terço do total de casos de violência doméstica chega às autoridades policiais, e poucos são os agressores condenados, de acordo com estimativas da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).
Estes números levam a CIG a defender a necessidade de perceber porque é que tantas vítimas não apresentam queixa.
Contactada pela agência Lusa, a coordenadora do núcleo da violência doméstica e violência de género da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) sublinhou que, com base em estudos europeus, "apenas um terço da criminalidade deste tipo é participada às polícias".
"Do universo todo da criminalidade realmente ocorrida, estima-se que apenas um terço chegue às polícias, depois, desse um terço, todo o processo de investigação, transitar para o Ministério Público, é um funil que vai ficando cada vez mais estreito", apontou Marta Silva em declarações à agência Lusa.

262 pessoas a cumprir pena de prisão

De acordo com a responsável, dados de julho de 2012, sobre pessoas presas por crime de violência doméstica, existem 70 pessoas em prisão preventiva a aguardar julgamento e 192 condenadas, num total de 262 a cumprir pena de prisão.
"Se tivermos em conta o universo das queixas, que anda à volta das 30 mil anuais, não é preciso ser brilhante a estatística ou a matemática (...) E se estimarmos que estas 30 mil que chegam às polícias são elas próprias apenas um terço da criminalidade total, quantas não serão no total?", questionou.
"É importante perceber porque é que estes quase dois terços das pessoas não participam. É só porque não confiam no sistema de justiça ou existem outras variáveis? É que, de facto, há muita gente que não quer fazer queixa", apontou Marta Silva.
De acordo com a responsável, a descrença na justiça pode explicar parte, mas não tudo e aponta que o medo, o receio de sofrer represálias, a dependência para com o agressor ou a vergonha são outros fatores a ter em conta, dando como exemplo casos de pessoas que ligam para a CIG relatando episódios de violência doméstica, mas que não fazem queixa porque não querem que nada de mal aconteça ao agressor.
Por outro lado, a presidente da CIG defendeu a importância de se manter as campanhas de prevenção, apesar de todas as que já foram feitas e que não foram suficientes para acabar com os casos de violência doméstica, alguns deles mortais.
Um relatório realizado pelo Observatório das Mulheres Assassinadas, citado quarta-feira pelo DN, indica que, só no primeiro semestre deste ano, foram mortas 20 mulheres em contexto conjugal.

Atuar em várias frentes

Fátima Duarte apontou que há um sistema integrado de apoio às vítimas, desde a linha de apoio, grupos de ajuda ou meios de afastamento do agressor.
"É de lamentar que, apesar de existirem todos estes meios, e estamos num estado muito diferente de há 20 anos, não são ainda suficientes e não logram os seus efeitos. Por muito que haja Códigos Penais, por muito que haja sistemas de prevenção, etc, o que é certo é que isso nunca logrou acabar com o crime", apontou a responsável.
Fátima Duarte admite que, apesar de se atuar em várias frentes - a frente penal, a frente de proteção e prevenção e a frente de esclarecimento -, estes comportamentos persistem, mas entende que a forma de atuação tem de se manter.
"Os comportamentos persistem, o que só demonstra que esta atuação tem de ser continuada. Por muito que se faça é sempre preciso continuar a fazer", rematou.

Lusa

PRIMATAS DIFERENTES ENRE IGUAIS


O presente estudo parece ter recolhido elementos que contrariam a ideia da existência de uma inteligência geral (como se refere na notícia que se publica seguidamente) no seio dos primatas. A ser verdade essa conclusão não deixa de ficar por explicar a existência de uma chimpanzé cujas performances ultrapassam as dos seus pares!...


Foi recentemente publicado na revista Philosophical Transactions of the Royal Society B. um novo estudo sobre a inteligência no nos primatas não-humanos mais próximos de nós, isto é, os chimpanzés e os bonobos.
A investigação levada a cabo por cientistas do Instituto Max Planck para a Antropologia Evolutiva envolveu a aplicação de testes cognitivos a um total de 129 animais mantidos em cativeiro, 106 dos quais são chimpanzés resgatados que vivem nos santuários de Ngamba Island (Uganda) e Tchimpounga (Congo), e 23 são chimpanzés e bonobos que vivem na Alemanha.
Os resultados revelam que a performance de um determinado animal num teste não permite prever o seu desempenho num teste diferente, ou seja, que o facto de um animal ser bom na resolução de um determinado problema não significa que vá sair-se bem noutro problema distinto.
“Não encontrámos nenhum fator de inteligência geral. Em vez disso, detetámos alguns núcleos formados por certas capacidades, nomeadamente [a capacidade de fazer] inferências, de aprender e, talvez, de uso de ferramentas e [a compreensão] de quantidades”, escrevem os autores do estudo.
No entanto, os investigadores detetaram uma grande variabilidade entre os indivíduos, sendo que um, em particular, se destacou dos restantes pela positiva. Trata-se de uma jovem fêmea de nome Natasha que habita no santuário de Ngamba Island e que é o indivíduo do seu grupo que os tratadores consideram o mais esperto tendo em conta a sua experiência de contato com a fêmea no dia-a-dia – a Natasha já conseguiu escapar do seu recinto e é conhecida por “fazer troça” dos tratadores.
Estes resultados contrastam com os de outras investigações sobre a inteligência dos chimpanzés, que sugerem a existência de uma inteligência geral, mas os autores alertam que estes estudos utilizaram uma abordagem de grupo e não individual, pelo que as investigações não são diretamente comparáveis.
Os investigadores envolvidos no presente estudo não conseguiram identificar a razão pela qual Natasha parece ser mais inteligente que os restantes indivíduos com quem convive, sugerindo que a motivação e o temperamento estão, provavelmente, envolvidos.
No futuro é sugerido, pelos autores, que se deve continuar a recorrer à aplicação de testes múltiplos indivíduos e que envolvam múltiplas tarefas que permitam avaliar a influência que os fatores cognitivos, motivacionais e temperamentais têm no desempenho, inclusive em espécies distintas em "provas" de inteligência.


[Pode ler o resumo do artigo científico em http://rstb.royalsocietypublishing.org/content/367/1603/2753]