sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O CONCERTO NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Quinta,2 de Setembro 2010



Sociedade
Concerto de Mariza em Salvaterra de Magos custa mais de 60 mil euros

Cinquenta e nove mil euros mais IVA é quanto vai custar o concerto da fadista Mariza que se realiza no próximo sábado, 4 de Setembro, na Praça de Toiros, em Salvaterra de Magos. O contrato foi feito por ajuste directo à empresa TAGS – Marketing e Eventos Lda que vai cobrar quatro por cento sobre o valor dos bilhetes.
Os vereadores socialistas, Hélder Esménio e João Simões, lamentaram, durante a reunião de câmara realizada a 1 de Setembro, de só terem tido “conhecimento oficial” da realização do concerto cinco dias antes da realização do espectáculo. “Só agora é que somos chamados a tomar conhecimento de um processo de ajuste directo a uma empresa de marketing e eventos que aconteceu há mais de dois meses – com cerca de cinco reuniões de câmara pelo meio - e de uma adjudicação que já tem um mês”, referiu Hélder Esménio durante a discussão do ponto.
Também o vereador do PSD considerou a realização do concerto uma “incongruência” tendo em conta que, conforme informação da presidente do município, a edição deste ano da Equimagos não se realiza por questões financeiras. “É um erro estratégico por parte da câmara que opta por gastar dinheiro no espectáculo da fadista e deixa de lado a Equimagos que estava a dar uma maior dimensão ao concelho de Salvaterra”, disse Jorge Burgal.
A presidente, Ana Cristina Ribeiro, afirmou que o concerto da fadista Mariza é um “grande evento cultural” para o concelho. “Este será um grande evento cultural para o concelho. Quando a câmara não realiza eventos culturais é criticada pela oposição porque não faz, quando os realiza é criticada por fazê-los. Para a realização deste espectáculo criamos uma parceria com uma empresa que nos permite não gastar muito dinheiro”, afirmou acrescentando que na próxima reunião de câmara apresentarão os números do espectáculos.
Os bilhetes custam 11 euros para a bancada – que leva cerca de 3700 lugares -, 15 euros para a plateia que tem previstos 700 lugares. Quem possui o cartão Magos Sénior terá de pagar cinco euros por bilhete.

Cavaleiro Andante
Começam bem…

Quem se deslocou para a conferência de imprensa da fadista Mariza, que estava previsto realizar-se na tarde de segunda-feira, 30, no auditório do Centro de Interpretaçao do Cais da Vala, em Salvaterra de Magos, bateu com o nariz na porta. A conferência de imprensa serviria para promover o concerto que a fadista vai realizar no sábado, 4 de Setembro, na praça de toiros de Salvaterra de Magos. Se não for cancelado também…

POMBAIS EM SALVATERRA - os disparates parecem continuar!...


(ETAR de Salvaterra o  local escolhido pela maioria BE para os pombais)

Na reunião da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos realizada a 3 de Março de 2010, os vereadores eleitos pelo Partido Socialista, manifestaram a sua total discordância relativamente à intenção da maioria BE mudar alguns pombais que se encontram na vila de Salvaterra de Magos para a sua Zona Desportiva, afirmando na altura:
“Certamente que os utentes daquele espaço verde, desportivo e de lazer, assim como os residentes na sua vizinhança, o que desejam é a rápida remoção do pombal que lá está hoje e não a implantação de mais.”
Felizmente foram a tempo de travar esta solução.
Mais sugeriram que a solução para os pombais passaria “por encontrar com a Columbófila um terreno - fora dos aglomerados urbanos – onde eles possam erigir uma pequena aldeia columbófila, com planeamento a aprovar pela autarquia, sendo a contrapartida à cedência do terreno àquela colectividade, em direito de superfície, a deslocação de todos os pombais para aquele local.
A titulo meramente exemplificativo, os pombais poderiam vir a localizar-se, tal como já foi sugerido para o canil e o gatil, junto da ETAR de Salvaterra de Magos, próximo da Ponte de Madeira, ou na Estrada de Campo a seguir à Falcoaria, ou na Est. de acesso ao Escaroupim, entre certamente muitos outros locais possíveis.”

(O início da vedação do local sem ouvir a Columbófila)

Infelizmente a maioria BE, como nos foi comunicado pelo vereador César Peixe (BE) na última reunião de Câmara - não seguiu este caminho - pois preferiu começar a limpar o terreno e a executar uma vedação na ETAR de Salvaterra de Magos sem acordar previamente com a Columbófila, sem o envolvimento dos columbófilos na busca de uma solução que pudesse ser consensual. Lamentável!
Independentemente do actor político BE, o modelo seguido é sempre: “quero, posso e mando”.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

OLHAR A COMUNICAÇÃO SOCIAL REGIONAL


Vereadores socialistas em Salvaterra contra espectáculo de Mariza

2010-09-02 10:13:34
Os vereadores socialistas na câmara de Salvaterra de Magos lamentam que só esta quarta-feira tenham tomado conhecimento oficial do espectáculo de Mariza na vila, no próximo sábado.
Os vereadores lembram que o espectáculo foi adjudicado há cerca de um mês, em ajuste directo, que representa um custo a rondar os 71 mil e 400 euros, o que, somados o preços dos bilhetes e os cerca de 4 mil lugares disponíveis, vai representar um encargo de cerca de metade do total para a autarquia.
Os vereadores recordam que a autarquia não vai diminuir a taxa de IMI, por considerar que as receitas são necessárias para fazer face às dívidas contraídas; que a câmara não vai manter os transportes escolares, ou seja, que só vai transportar as crianças que distam mais de dois quilómetros e meio dos estabelecimentos de ensino; e que a maioria bloquista não aprovou a criação de um segundo escalão de bolsas de estudo, apresentada pelo PS.
Ainda assim, e porque os vereadores consideram que a publicidade negativa só levaria a que menos gente fosse a este espectáculo, optaram por não enveredar pelo confronto político-partidário.
Ana Cristina Ribeiro, presidente da autarquia, disse que este concerto vai trazer receitas, ao contrário de outras iniciativa.
A câmara de Salvaterra de Magos quer afirmar-se como promotora da cultura como forma de promover o município.


 Edição de 26-08-2010

Sociedade
Lavagem de contentores do lixo em Salvaterra gera discussão na câmara

O vereador Hélder Esménio (PS) mostrou-se desagradado com o facto dos contentores do lixo do concelho de Salvaterra de Magos estarem, segundo diz, a ser lavados “apenas um ano depois” do município ter assinado um contrato com uma empresa especializada para a tarefa.
“É inaceitável que este trabalho ocorra apenas uma vez por ano. Entre lavagens, o mau cheiro e os insectos invadem as ruas nas proximidades dos contentores. Este trabalho não pode ocorrer apenas uma vez por ano daí acreditar que fazer este serviço através de uma empresa não é o caminho desejável”, referiu o vereador.
A presidente do município, Ana Cristina Ribeiro (BE), referiu que a empresa foi contratada porque, “depois de fazer contas”, o executivo percebeu que o serviço ficava menos oneroso desta forma. “A empresa presta serviços durante os meses de Junho e Julho e também em Dezembro. Por isso, os caixotes são lavados duas vezes por ano”, disse a autarca, acrescentando que a população tem que estar sensibilizada para a boa utilização dos contentores e não colocar o lixo fora dos contentores.

RESCALDO DA REUNIÃO DE CÂMARA DE 01-09-2010

No período antes da Ordem do Dia o vereador socialista Helder Manuel Esménio começou por criticar a decisão da maioria avançar com a localização de pombais no recinto da ETAR de Salvaterra de Magos sem ter primeiramente consensualizado com a Columbófila Salvaterrense a escolha do terreno.

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[A Presidente de Câmara afirmou que foi a Direcção da Columbófila que recuou, depois de ter dito que avançava, optando não ser parceira da CM, nesta solução].
O vereador Hélder Manuel Esménio assinalou o 44º aniversário da criação da freguesia da Glória do Ribatejo, deu os parabéns à Comissão de Festas também da Glória [que a Srª Presidente da Câmara também saudou na sua intervenção] e à Associação para a Defesa do Património Etnográfico e Cultural que organizou uma excelente exposição durante aqueles festejos.

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Aquele vereador socialista terminou a sua intervenção neste período recordando que no dia 25 de Agosto de 2010 a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos celebrava o seu 75º aniversário.
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O vereador João Manuel Simões (PS) deu os parabéns à Junta de Freguesia de Marinhais pela realização das “Tasquinhas de Verão” (no passado fim-de-semana) e corroborou os parabéns dados pela Srª Presidente ao Grupo de Dança “Os Lusitanos” de Marinhais pela organização do seu 30º Festival de Folclore.
Este vereador socialista voltou a chamar atenção para a necessidade de a autarquia insistir junto da Estradas de Portugal para a reparação da semaforização na EN 118 e para a importância de a maioria BE ter vontade política para liderar um processo que conduza à construção de duas rotundas em Marinhais naquela via nacional.
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O vereador Jorge Burgal (ex-PSD) solicitou esclarecimentos sobre as iniciativas da Câmara Municipal para evitar o encerramento definitivo do balcão da Segurança Social em Marinhais. [A Srª Presidente disse que haviam seguido ofícios para a Segurança Social e o Ministério do Trabalho reclamando e pedindo audiências].
O vereador César Peixe (BE) referiu que foram repintadas as passadeiras para peões em Salvaterra de Magos e nos Foros de Salvaterra e que uma rectroescavadora estava a limpar valas nas freguesias dos Foros e de Salvaterra.
A vereadora Margarida Pombeiro (BE), entre outros, referiu que estão a terminar as inscrições na Universidade Sénior e que brevemente se fará a desratização nas escolas, nos edifícios públicos e em redes de esgoto.
O vereador Luís Gomes (BE) enalteceu o trabalho da Protecção Civil Municipal e dos Bombeiros Voluntários no combate aos fogos florestais e sublinhou a profunda gravidade da crise económica em Portugal, dando conta que o BE no reinício dos trabalhos parlamentares vai propor o alargamento do subsídio de desemprego dos desempregados de longa duração.
Na intervenção que fez a Srª Presidente disse que nos próximos dias 7, 8 e 9 de Setembro ia estar em Salvaterra de Magos a exposição Centenário da República, propriedade da Comissão Nacional das Comemorações da República. Afirmou que a 18 de Setembro haveria lugar a comemorações alusivas do 1º aniversário do Palácio da Falcoaria. Afirmou ainda que não ia haver este ano – por falta de meios financeiros (cortes do PEC) – Equimagos.

No período da Ordem do Dia merece destaque a aprovação unânime das taxas de IMI para o próximo ano, tendo os vereadores socialistas feito a intervenção que seguidamente se reproduz.
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A Câmara Municipal assinou protocolos com os Agrupamentos de Escolas de Marinhais e de Salvaterra de Magos para passarem a ser estas escolas a organizar as Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC’s). Os vereadores eleitos pelo PS enalteceram a coragem demonstrada pelas Direcções dos Agrupamentos em assumirem esta responsabilidade e fizeram votos para que as Actividades possam correr melhor que nos anos em que foi a autarquia a liderar este processo.
A promoção do espectáculo “Mariza” e os custos associados mereceram dos vereadores socialistas a tomada de posição seguinte. Em relação ao preço dos bilhetes todos os vereadores da oposição se abstiveram, uma vez que eles até já estão à venda.
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Destaque ainda para a abertura de concurso para a execução de uma rede de esgotos pluviais em Muge e para a aprovação unânime do projecto que, se vier a ser aprovado pelos fundos comunitários, permitirá o arranjo urbanístico da Zona do Rossio e Largo das Festas em Muge. A propósito deste estudo o vereador Hélder Manuel Esménio (PS) chamou a atenção para alguns aspectos que poderiam ser melhorados.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

EQUIMAGOS, 2010


Este ano não vai haver EQUIMAGOS em Salvaterra de Magos, confirmando as suspeitas e o "olfacto" dos mais atentos (http://www.mildados.blogspot.com/)!...
A prioridade da maioria do Bloco de Esquerda (BE) é outra, como podemos constatar lendo post anterior.
Hoje na reunião da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos a maioria afirmou que não dispunha dos meios financeiros necessários à realização da EQUIMAGOS com o nível que já atingiu em anos anteriores, preferindo não a fazer. É pena!...

QUANTO CUSTA O PROTAGONISMO POLÍTICO?

(foto in o jornal Ribatejo)

O custo que a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos vai pagar a uma empresa de marketing e eventos pelo espectáculo da Mariza na Praça de Touros é 71.390,00 €, quase14.300 contos. A este valor acrescerão pelo menos alguns gastos com publicidade e deduzir-se-ão as receitas que se conseguirem com a venda de bilhetes. Mesmo na melhor das hipóteses a Câmara Municipal vai ter de subsidiar o espectáculo em cerca de 50% do seu custo, deduzindo eventuais valores obtidos em parcerias. Ou seja, a nossa Câmara vai suportar parte importante do custo a que devia ser vendido cada bilhete (se o recinto encher), tenham os bilhetes sido adquiridos por cidadãos do concelho de Salvaterra de Magos ou de outras proveniências.
Infelizmente, como fica evidente, independentemente do valor que a artista tem, as prioridades da maioria BE não têm em linha de conta o momento difícil que a nossa população atravessa e de quão mais importante era ajudá-la alargando e não reduzindo os transportes escolares como vai acontecer já no próximo ano lectivo, aumentando o número de bolsas de estudo criando um 2º escalão como sugerimos e foi inviabilizado pela maioria, ajudando REALMENTE os mais necessitados.
Esperamos que o espectáculo seja um êxito para minimizar danos!...

EXTRACTO DE UMA ENTREVISTA DE HELDER ESMÉNIO


Terça,31 de Agosto 2010

Entrevista
Entrou na política porque se cansou de ficar a ver

Funcionário da Câmara de Salvaterra de Magos há 27 anos, Hélder Esménio foi convidado pelo PS para ser o candidato à presidência daquele município. Duplicou o número de votos e os socialistas tornaram-se a segunda força política no concelho. Foi filiado no PSD desde a juventude, suspendendo a militância para dar a cara pelo projecto socialista. Não poupa críticas à gestão bloquista e à forma de fazer política da presidente do município.
Como é que um funcionário da câmara se candidata à presidência desse órgão autárquico por um partido da oposição?
Quando concorri à presidência da Câmara de Salvaterra de Magos já era funcionário há 27 anos. Todos estes anos deram-me uma perspectiva muito rigorosa do concelho, em termos económicos, geográficos e humanos. Nesse sentido, senti-me à vontade porque com os conhecimentos adquiridos achei que podia contribuir para ajudar a melhorar a qualidade de vida das populações. Quando me candidatei já sabia muita coisa do concelho, das suas necessidades e das pessoas que estão envolvidas. Sentia-me confortável.
Foi convidado?
Sim. Ninguém vai a festas sem ser convidado. Fui convidado pelo Partido Socialista (PS) para liderar uma candidatura à Câmara de Salvaterra de Magos.
Foi fácil quando anunciou aos seus colegas de profissão que ia ser o candidato socialista?
Não é fácil para um colega estabelecer a relação adequada com quem vai ser candidato. Existem inibições próprias das pessoas, porque têm receio de serem vistas a conversar com o seu colega. Esses receios são próprios da condição humana.
Nessa altura como ficou a sua relação com a presidente da câmara?
Não tínhamos grande relação mesmo antes de anunciar a minha candidatura. Eu integrava a divisão de obras municipais e a minha hierarquia era com o meu chefe de divisão e não com a senhora presidente. Não havia relação, não tivemos que nos incomodar um ao outro directamente e pessoalmente.
O facto de ter alguma informação privilegiada enquanto funcionário da autarquia deu-lhe trunfos para a campanha?
Os funcionários da câmara não têm informação privilegiada. Tudo o que se passa numa autarquia é do domínio público ou, pelo menos, deve ser assim. Gerimos procedimentos públicos, procedimentos concursais, a concretização de obras, emitimos pareceres que são públicos. Admito, no entanto, a hipótese que a senhora presidente da câmara tenha no seu grupo mais restrito alguma informação privilegiada. Os técnicos que estão na hierarquia mais abaixo não têm acesso a essa informação.
Duplicou o número de votos no PS em relação às autárquicas de 2005 passando a ser a segunda força política no concelho. A que se deveu esse aumento?
Não devemos ser advogados em causa própria porque podemos parecer imodestos. Acredito que o programa eleitoral que apresentamos teve muito mérito. Tivemos o cuidado de produzir os dois jornais de campanha com as informações mais apelativas. Queríamos que as pessoas votassem em nós pelo mérito das nossas ideias e das nossas equipas e não tanto porque estamos contra as coisas. A conjunção de todos estes factores resultou.
Porque é que aceitou entrar na política?
Acho que me cansei de ficar apenas a ver.
De ver coisas de que não gostava?
Obviamente, se gostasse não entrava. Se não concordamos com determinadas situações e o dizemos aos nossos colegas e amigos, se discordamos por não haver uma estratégia em relação à cultura ou ao desporto, por exemplo, temos que fazer algo. Há momentos na vida em que todos temos que tirar consequências e depois chega a altura de dizermos ‘se és capaz de fazer melhor vai à luta’.
Não se quis ficar pela conversa de café?
Se calhar também foi isso. Aos 50 anos ainda temos um caminho produtivo de 20 anos, mas também já temos um caminho produtivo de 20 ou 30. Estou naquela idade em que já tenho alguma experiência profissional, com muito pouca experiência política desde que sou cidadão activo.
Acha que faltou experiência profissional ao seu antecessor como candidato do PS em 2005, Nuno Antão?
O partido hesitou entre dois modelos de candidatura e não entre duas pessoas. Hesitou entre um modelo de candidatura com um político já experimentado, com muitos anos de traquejo político, com diferentes experiências ao nível da acção política e entre um cidadão essencialmente com formação técnica que pudesse apresentar uma nova roupagem à candidatura do PS.
A sua candidatura afectou a relação com Nuno Antão?
Não. Conheço o Nuno Antão desde que estou em Salvaterra de Magos e sempre tivemos uma relação civilizada e madura. O Nuno é autarca, líder do partido na assembleia municipal. Temos reuniões periódicas de preparação das reuniões da assembleia e articulação de posições. Até temos oportunidade de conversar mais vezes.
(Entrevista integral na próxima edição semanal de O MIRANTE, a publicar esta quinta-feira, 2 de Setembro).